
Por Juliana Borges
O grande interesse hoje em questão a indústria cultural é sobre o bem ou mal que ela pode causar. Entende-se Industrial Cultural, tudo o que se pode gerar comunicação, conhecimento, cultura e mais que isso: algo que o torne um produto a ser consumido.
Envolvendo-se a indústria cultural abordamos também os meios de comunicação de massa e a cultura de massa, que passa a ser ainda mais destacada com o surgimento da imprensa de Gutenberg no século XV. O que a levou a ganhar ainda mais credibilidade foi o aparecimento dos primeiros jornais, e a cultura de massa exigiu a presença dos famosos romances de folhetins escritos nas páginas dos jornais, o que atualmente tornaram-se as novelas de TV. Pode-se ainda caracterizar por cultura de massa produtos como: o teatro de revista (como forma simplificada e massificada do teatro), a operata (idem em relação à ópera), o cartaz (a pintura) dentre outros exemplos.
Não se pode esquecer, que segundo o autor relacionamos Indústria Cultural ao quadro da revolução industrial no século XVIII, a economia de mercado, e a sociedade de consumo interligando a indústria cultural ao fenômeno de industrialização.
Abrange cultura superior ou elite, produtos canonizados pela critica erudita, tendo como exemplo as pinturas do Renascimento, ou as composições de Beethoven, diferenciando as midcults, que ao contrario de um bonito quadro renascentista, pode caracterizar-se por simples pinturas comuns em praças públicas, ou as escolas de samba que todos os anos exibem seu desfilar nas avenidas.
Eis ai, a diferença, não simplesmente por valores, ou apenas pelo fato de ser popular, eis a diferença pela conjuntura da criação da cultura gerada neste processo.
De acordo com o livro, chama-se cultura de massa, dita também de pop (denominação pejorativa do termo). A questão é que muitos não conseguem compreender que a cultura polar é uma das fontes de uma industrial cultural, mas não a fonte. Para estes, a cultura popular abrange todas as verdades e valores positivos, particularmente porque produzida por aqueles mesmos que a consomem, ao contrario do ocorrente com a de elite. Este traço da produção pelo próprio grupo consumidor é positivo, porém, insuficiente para justificar a defesa da popular contra a elite.
Vivemos numa sociedade capitalista e onde o consumo industrial é gigantesco, por este motivo devemos basear nossos produtos em bons conteúdos. Eis ai a explicação para o sucesso da cultura superior: Conteúdo determinado.
Industrial Cultural é um livro publicado pela editora Brasiliense em parceria com o escritor Teixeira Coelho. Assim, o livro tenta ilustrar a teoria da comunicação presente na industrial cultural, e como ela pode interligar cultura de massa, cultura superior, conteúdo e muito mais. Apesar de uma linguagem não muito comum, e também não de muito fácil entendimento, o autor exemplifica claramente os interesses da mídia em nossa mente. E como podemos encontrar conteúdo também em cultura popular. Como ele mesmo afirma ao final da edição, embora escrito já á alguns anos, o que ali fora publicado permanece válido até os dias atuais, apesar das inúmeras modificações que sofreram.
Envolvendo-se a indústria cultural abordamos também os meios de comunicação de massa e a cultura de massa, que passa a ser ainda mais destacada com o surgimento da imprensa de Gutenberg no século XV. O que a levou a ganhar ainda mais credibilidade foi o aparecimento dos primeiros jornais, e a cultura de massa exigiu a presença dos famosos romances de folhetins escritos nas páginas dos jornais, o que atualmente tornaram-se as novelas de TV. Pode-se ainda caracterizar por cultura de massa produtos como: o teatro de revista (como forma simplificada e massificada do teatro), a operata (idem em relação à ópera), o cartaz (a pintura) dentre outros exemplos.
Não se pode esquecer, que segundo o autor relacionamos Indústria Cultural ao quadro da revolução industrial no século XVIII, a economia de mercado, e a sociedade de consumo interligando a indústria cultural ao fenômeno de industrialização.
Abrange cultura superior ou elite, produtos canonizados pela critica erudita, tendo como exemplo as pinturas do Renascimento, ou as composições de Beethoven, diferenciando as midcults, que ao contrario de um bonito quadro renascentista, pode caracterizar-se por simples pinturas comuns em praças públicas, ou as escolas de samba que todos os anos exibem seu desfilar nas avenidas.
Eis ai, a diferença, não simplesmente por valores, ou apenas pelo fato de ser popular, eis a diferença pela conjuntura da criação da cultura gerada neste processo.
De acordo com o livro, chama-se cultura de massa, dita também de pop (denominação pejorativa do termo). A questão é que muitos não conseguem compreender que a cultura polar é uma das fontes de uma industrial cultural, mas não a fonte. Para estes, a cultura popular abrange todas as verdades e valores positivos, particularmente porque produzida por aqueles mesmos que a consomem, ao contrario do ocorrente com a de elite. Este traço da produção pelo próprio grupo consumidor é positivo, porém, insuficiente para justificar a defesa da popular contra a elite.
Vivemos numa sociedade capitalista e onde o consumo industrial é gigantesco, por este motivo devemos basear nossos produtos em bons conteúdos. Eis ai a explicação para o sucesso da cultura superior: Conteúdo determinado.
Industrial Cultural é um livro publicado pela editora Brasiliense em parceria com o escritor Teixeira Coelho. Assim, o livro tenta ilustrar a teoria da comunicação presente na industrial cultural, e como ela pode interligar cultura de massa, cultura superior, conteúdo e muito mais. Apesar de uma linguagem não muito comum, e também não de muito fácil entendimento, o autor exemplifica claramente os interesses da mídia em nossa mente. E como podemos encontrar conteúdo também em cultura popular. Como ele mesmo afirma ao final da edição, embora escrito já á alguns anos, o que ali fora publicado permanece válido até os dias atuais, apesar das inúmeras modificações que sofreram.
Texto baseado na leitura do livro "O que é Indústria Cultural" de Teixeira Coelho - Editora Brasiliense - Coleção Primeiros Passos 8
Você é linda...
ResponderExcluirParabéns e muito obrigado!
Beijo.
Jefferson Almeida.