sexta-feira, 26 de junho de 2009

Semana da Psicologia

Participação na palestra com ênfase sobre Abuso Sexual e Violência Infantil, em destaque ao Dia Nacional de Combate ao abuso e violência a crianças e adolescentes.
Por: Ariane Noronha, Juliana Borges e Larissa Murata.
Palestra do dia 18/05/09

Estavam presentes neste dia as seguintes autoridades:
à Drª. Mônica Marques – do Conselho Tutelar de Mogi das Cruzes;
à Drº. Carlos Frederico
à Drº. Fernando Henrique – Fórum de Mogi das Cruzes
à Drª. Dalca Xavier – Inst. Sede Sapientiae – SP.

Aceita-se por violência toda e qualquer tipo de agressão, como: abandono, negligências, violências físicas, mentais e sexuais. Para toda violência existe sempre um Sujeito à Objeto (que nesta situação é o menor).
As modalidades de violência são destintas:
· Abandono (em orfanatos, ruas, rios, lixos...).
· Negligência (omissão de necessidades básicas, físicas e emocionais).
· Violência física (espancamentos, exploração em trabalhos...).
· Exploração sexual (abusos por partes de pais, parentes ou até desconhecidos).
· Além da violência psicológica (palavras agressivas, gestos e etc...).

Atualmente foram identificados pela ONU em 2003, 241 pontos de exploração. E mais, 1900 pontos de exploração sexual, denunciados pela CPI. O que tem crescido alarmantemente nos últimos anos.
E embora, as estatísticas apontam que a cada 04 meninas que nasçam 01 sofrerá abuso, ainda mais vivendo em um estado onde não há delegacias de crianças e adolescentes, podemos concluir, através da palestra assistida, que os órgãos de ajuda, têm buscado salvar o pouco de vida que ainda resta nestas crianças. Estes órgãos têm crescido e se espalhado cada vez mais, e a comunicação que eles utilizam com estas crianças tem salvado a vida de muitas delas.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Virada Cultural reúne aproximadamente 4 milhões de pessoas em São Paulo.


Por Juliana Borges, Larissa Miki e Ariane Noronha

O governo do estado de São Paulo realizou nos dias 02 e 03 de maio a 5º edição da Virada Cultural. Segundo o site da virada, aproximadamente 4 milhões de pessoas compareceram ao evento que possuía 42 pontos de acesso em centros educacionais unificados, Sescs, museus e palcos em praças públicas, em toda a capital paulista.
Durante 24 horas, passaram pelos palcos Vanessa da Mata, CMP 22, Frejat, Maria Rita, Nação Zumbi, Zeca Baleeiro entre outros artistas. Além dos musicos também marcaram presença artistas de circo, diversas apresentações de dança e teatro. Foram cerca de 800 atrações que mobilizou um grande público.
O tenente Donizete, da guarda civil, estava de plantão na Praça da República, como um dos responsáveis pela segurança do local. “Embriaguez, é a pior complicação destes shows, principalmente por levarem os jovens a arrumarem brigas e conseqüentemente terem que ser socorridos”, Disse Donizete. Ele ainda afirma que apesar de já terem ocorridos alguns casos, a Praça da República estava com o movimento tranqüilo.
Lá ocorreu o show do grupo de rock pop CPM 22, que embalou os fãs logo na abertura ao som de “Desconfio”, além de outros sucessos como: “Não sei viver sem ter você”, “Ontem” e “Um minuto para o fim do mundo”. Este ponto de show recebeu aproximadamente 10 mil pessoas.
“Se você reparar o que tem de bares, restaurantes e até bancas de jornal e farmácias abertas e cheias de gente, você verá o quanto movimenta a economia um evento desses”, disse Caio Luiz de Carvalho, presidente da SPTuris.
Com um evento deste porte, necessita-se de uma grande infra-estrutura, principalmente em termos de segurança e atendimento médico. Por isso foram disponibilizados 40 ambulâncias e 20 UTIs móveis para que o atendimento fosse instantâneo.
A 5º edição superou marcas deixadas pelo último ano, em termos de expectativas de estruturas, show e público, já que a edição de 2008 recebeu apenas 3,5 milhões de pessoas. O público já espera ansioso pela 6ª edição, torcendo para que seus artistas favoritos compareçam.

Resenha sobre a obra "O que é Indústria Cultural" de teixeira Coelho



Por Juliana Borges




O grande interesse hoje em questão a indústria cultural é sobre o bem ou mal que ela pode causar. Entende-se Industrial Cultural, tudo o que se pode gerar comunicação, conhecimento, cultura e mais que isso: algo que o torne um produto a ser consumido.
Envolvendo-se a indústria cultural abordamos também os meios de comunicação de massa e a cultura de massa, que passa a ser ainda mais destacada com o surgimento da imprensa de Gutenberg no século XV. O que a levou a ganhar ainda mais credibilidade foi o aparecimento dos primeiros jornais, e a cultura de massa exigiu a presença dos famosos romances de folhetins escritos nas páginas dos jornais, o que atualmente tornaram-se as novelas de TV. Pode-se ainda caracterizar por cultura de massa produtos como: o teatro de revista (como forma simplificada e massificada do teatro), a operata (idem em relação à ópera), o cartaz (a pintura) dentre outros exemplos.
Não se pode esquecer, que segundo o autor relacionamos Indústria Cultural ao quadro da revolução industrial no século XVIII, a economia de mercado, e a sociedade de consumo interligando a indústria cultural ao fenômeno de industrialização.
Abrange cultura superior ou elite, produtos canonizados pela critica erudita, tendo como exemplo as pinturas do Renascimento, ou as composições de Beethoven, diferenciando as midcults, que ao contrario de um bonito quadro renascentista, pode caracterizar-se por simples pinturas comuns em praças públicas, ou as escolas de samba que todos os anos exibem seu desfilar nas avenidas.
Eis ai, a diferença, não simplesmente por valores, ou apenas pelo fato de ser popular, eis a diferença pela conjuntura da criação da cultura gerada neste processo.
De acordo com o livro, chama-se cultura de massa, dita também de pop (denominação pejorativa do termo). A questão é que muitos não conseguem compreender que a cultura polar é uma das fontes de uma industrial cultural, mas não a fonte. Para estes, a cultura popular abrange todas as verdades e valores positivos, particularmente porque produzida por aqueles mesmos que a consomem, ao contrario do ocorrente com a de elite. Este traço da produção pelo próprio grupo consumidor é positivo, porém, insuficiente para justificar a defesa da popular contra a elite.
Vivemos numa sociedade capitalista e onde o consumo industrial é gigantesco, por este motivo devemos basear nossos produtos em bons conteúdos. Eis ai a explicação para o sucesso da cultura superior: Conteúdo determinado.
Industrial Cultural é um livro publicado pela editora Brasiliense em parceria com o escritor Teixeira Coelho. Assim, o livro tenta ilustrar a teoria da comunicação presente na industrial cultural, e como ela pode interligar cultura de massa, cultura superior, conteúdo e muito mais. Apesar de uma linguagem não muito comum, e também não de muito fácil entendimento, o autor exemplifica claramente os interesses da mídia em nossa mente. E como podemos encontrar conteúdo também em cultura popular. Como ele mesmo afirma ao final da edição, embora escrito já á alguns anos, o que ali fora publicado permanece válido até os dias atuais, apesar das inúmeras modificações que sofreram.



Texto baseado na leitura do livro "O que é Indústria Cultural" de Teixeira Coelho - Editora Brasiliense - Coleção Primeiros Passos 8